INTRODUÇÃO

 

 

Os doutrinadores cessacionistas afirmam que os dons sobrenaturais serviam como uma forma de Deus provar que a palavra que estava sendo pregada pelos apóstolos era verdadeira, assim os mesmos deixaram de existir após a morte dos apóstolos.

A conclusão óbvia desse raciocínio é que se os dons sobrenaturais serviam apenas para autenticar a mensagem do Novo Testamento, e se este já está fechado em seu cânone, então aqueles dons não são mais necessários para a Igreja.

O problema desse raciocínio é que não há, em toda a Bíblia, qualquer passagem que afirme que os dons serviam para autenticar a mensagem pregada pelos apóstolos. De forma bem diferente, em I Coríntios 14.12 está escrito que, em relação aos dons, os crentes devem “abundar neles, para edificação da igreja”.

É importante observar que, nessa passagem, Paulo está pregando para uma igreja gentia, localizada fora do ambiente judaico e distante dos apóstolos. Por isso, quando ele fala dos dons, é óbvio que não pode estar se referindo a algo ligado à pregação apostólica, mas a algo ligado ao dia-a-dia da própria Igreja. O texto de Coríntios não faz relação alguma entre os dons e a mensagem apostólica, nem deixa sequer subentendido que eles existem para autenticar a pregação da revelação do Novo Testamento.

Como os cessacionistas chegam à conclusão de que os dons sobrenaturais não são para a Igreja de hoje?

Este conjunto sistemático foi compilado para mostrar que o cessacionismo é uma grande falácia implementada pela religiosidade distorcida dos homens, em fuga gritante para fora da Bíblia Sagrada.

 

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